4/14/2011

tudo indica que Twitter ganhará concorrente



SÃO PAULO - A UberMedia, desenvolvedora que possui uma série de aplicativos para o Twitter, pode estar desenvolvendo seu próprio serviço para concorrer com a rede de microblogs criada por Evan Willians e Biz Stone.
Segundo o site da CNN, três fontes ligadas ao projeto confirmaram os interesses da UberMedia em lançar um novo serviço a fim de atrair os usuários descontentes com o Twitter.
Entre os apps já desenvolvidos pela Ubermedia estão o UberSocial, o Echofon e o Twitroyd.
De acordo com um estudo produzido pela Sysomos, 11,5% de todos os tuítes enviados à plataforma são disparadas a partir de aplicativos desenvolvidos pela empresa - o que a daria amplos conhecimentos sobre o comportamento dos usuários e sobre o mercado. Ainda segundo o estudo, o UberSocial seria o terceiro programa mais popular para enviar mensagens, atrás somente do site do Twitter e do aplicativo para iPhone. NA sequência, apareceria o TweetDeck.
Apresentado há cinco anos, o Twitter acumula hoje cerca de 190 milhões de usuários, o que o coloca na nona posição entre os sites mais acessados globalmente, segundo ranking do site Alexa.com. Em média, 155 milhões de mensagens são enviados ao site a cada dia.
Fonte: Info

Período de treinamento faz parte do contrato de trabalho




A participação em treinamento atende unicamente aos interesses da empresa. Por isso, o período gasto nessa atividade deve integrar o contrato de trabalho, como tempo à disposição do empregador, na forma prevista no artigo 4º da CLT. Com esse entendimento, a 7a Turma do TRT-MG manteve a decisão de 1o Grau que condenou a empresa a retificar a carteira de trabalho da empregada e a pagar o salário dos dias de treinamento.

Analisando o recurso da reclamada, o juiz convocado Márcio Toledo Gonçalves constatou que, do dia 10 ao dia 18 de março de 2008, a reclamante permaneceu em treinamento. Embora a empresa insistisse na tese de que esse período não poderia ser considerado de trabalho, porque não houve prestação de serviços, o relator esclareceu que o artigo 4o da CLT considera como de efetivo serviço o período em que o empregado estiver à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens. Concluindo ser este o caso do processo, o juiz manteve a sentença, no que foi acompanhado pela Turma julgadora.

Fonte: TRT-MG

4/13/2011

Homem afirma que é dono de metade do facebook


Paul Ceglia, um empresário de Nova York, diz ser o dono de metade das ações do Facebook após ter pago dois mil dólares a Mark Zuckerberg para ajudá-lo a financiar o site.
O norte-americano apresentou novas provas ao processo que ele já move, desde o ano passado, contra Zuckerberg. São e-mails trocados entre ele e o CEO do Facebook, entre 2003 e 2004, revela a Wired.
De acordo com Ceglia, o dono da maior rede social do mundo mentiu sobre como o site estava indo. Por e-mail, Zuckerberg teria afirmado que o Facebook não estava indo bem e que precisaria fechar o site para, meses depois prometer a Ceglia devolver os US$ 2 mil que havia recebido.
“Outro verão chegou e eu ainda não tive tempo para construir nosso site. Eu entendo que prometi que o faria, mas apareceram outras coisas e estou na Califórnia trabalhando durante as minhas férias”, diz um dos trechos de e-mails apresentados como prova à justiça americana.
As mensagens indicariam haver uso por parte de Zuckerberg de códigos criados por Ceglia para a "StreetFax" que posteriormente passou a ser chamado "The Facebook."
O empresário entrou com uma ação na tentativa de provar que ele tinha uma sociedade com Zuckerberg e, dessa forma, obter generosa participação na empresa que atualmente é avaliada em US$ 65 bilhões.
Fonte: info.abril.com.br

O empreendedor individual pagará menos impostos




Foi publicada no Diário Oficial da União de 08 de abril de 2011, a Medida Provisória nº 529 que trouxe alterações em relação a contribuição previdenciária do microempreendedor individual (art. 18-A da Lei Complementar nº 123/2006).

De acordo com e referida MP, a contribuição previdenciária do MEI passará de 11% incidente sobre o limite mínimo do salário de contribuição para 5%. Cabe ressaltar, que esta contribuição exclui o direito a aposentadoria por tempo de contribuição.



O segurado que tenha contribuído com esta alíquota reduzida e pretenda contar o tempo de contribuição correspondente para fins de obtenção da aposentadoria por tempo de contribuição ou da contagem recíproca do tempo de contribuição a que se refere o art. 94 da Lei n° 8.213, de 24 de julho de 1991, deverá complementar a contribuição mensal mediante recolhimento, sobre o valor correspondente ao limite mínimo mensal do salário-de-contribuição em vigor na competência a ser complementada, da diferença entre o percentual pago e o de vinte por cento, acrescido dos juros moratórios de que trata o § 3° do art. 5° da Lei n° 9.430, de 27 de dezembro de 1996. Assim, neste caso, a complementação deverá observar o percentual de 15% sobre o salário mínimo vigente na época.


Fonte: Econet


4/12/2011

A dieta da inflação


Não passa despercebida, a qualquer observador atento, a fome tributária disfarçada de dieta emagrecedora com que o governo federal tem atacado o bolso dos contribuintes, sempre amparado em desculpas honrosas como o combate à inflação, mas sempre, também, desprezando medidas indutivas ou restritivas de caráter não tributário, que poderiam levar aos mesmos resultados - ou até melhores -, mas não proporcionariam aumentos de arrecadação.


A primeira investida ocorreu no dia 28 de março, quando o governo aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2,38% para 6,38% nas compras com cartão de crédito feitas no exterior. A medida atingiu todos os que precisam viajar para fora do país e, oficialmente, teve o intuito de limitar os gastos para diminuir o déficit da balança de transações correntes em moeda estrangeira, que registrou recorde histórico no primeiro bimestre.



A segunda investida foi mais abrangente. Na semana passada, o governo elevou a alíquota do IOF de 1,5% para 3% nas operações de crédito de todas as pessoas físicas, excluídos apenas os financiamentos imobiliários. O alvo, desta vez, foi o crescimento exagerado do crédito (em torno de 20% ao ano), que estaria ocasionando pressão inflacionária. "Estamos tomando essa medida para evitar que a inflação fuja do controle", justificou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.



Nem bem o aumento do IOF saiu das primeiras páginas, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, revelou que o governo estuda criar um imposto para (sobre) taxar os automóveis nacionais movidos a gasolina. A medida teria - como sempre - duas finalidades nobres: sinalizar que a prioridade do governo é o etanol (palavras do ministro) e abastecer de recursos um fundo destinado à pesquisa tecnológica. E a taxação não viria só, já que ocorreria num contexto de criação de fundos setoriais em outras três áreas: sistema financeiro, mineração e construção civil.



O Brasil tem uma longa tradição de elevar a carga tributária a qualquer pretexto, como se a arrecadação obtida com impostos, taxas e contribuições fosse apenas um efeito colateral de algo maior e mais importante, que o governo busca realizar com o sacrifício de todos. No frigir dos ovos, os objetivos acabam sendo esquecidos, e tudo o que resta é a exaustão dos contribuintes, esfolados de de várias maneiras, para muito além de sua capacidade contributiva. Somente o aumento de 1,5% no IOF deverá oferecer ao governo uma arrecadação de R$ 6 bilhões a R$ 8 bilhões anuais. Em contrapartida, já se especula que, como medida para frear o consumo, será inócuo. Quem, afinal, deixará de comprar um produto de que necessita por míseros 1,5%?



É triste para o cidadão que se acostumou com o cenário desenvolvimentista dos últimos anos ver que o governo, novamente, combate a inflação de demanda pela via da desaceleração econômica - e o faz procurando ter lucro -, em vez de favorecer a ampliação da oferta de bens e serviços ou estimular a poupança interna - coisa de que pouco se fala, atualmente. Essa estratégia é velha conhecida dos brasileiros, e não é muito inteligente, até porque a inflação se alimenta, também, de um ambiente psicológico que esse tipo de medida acaba fomentando, em vez de atenuar.




Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

4/11/2011

Operação do fisco encontra cargas sem notas fiscais


A Operação “Cerco Goiás – Operação Quaresma”, realizada quinta-feira passada pela Secretaria da Fazenda encontrou irregularidades - a maioria por falta de nota fiscal- em aproximadamente 100 veículos de carga barrados nas rodovias federais e estaduais. Suas mercadorias estavam avaliadas em aproximadamente R$ 1 milhão e faltavam documentos comprovando o pagamento de R$ 149 mil em ICMS. Os motoristas foram autuados e têm prazo de 20 dias para regularizar o pagamento do imposto com multa.

O fisco encontrou a omissão da nota fiscal em mercadorias como confecções, material de construção civil, de limpeza, gado, carne, arroz, soja, milho e até peixe. Também foram encontradas mercadorias em quantidade maior do que a que constava na nota, transporte sem pagamento do ICMS de frete e nota fiscal com prazo de validade vencido. Agora a Sefaz vai identificar o destinatário, o remetente e a transportadora responsáveis pelas mercadorias e auditar as empresas para coibir a sonegação. “Vamos cruzar as informações obtidas na operação com o nosso banco de dados para apurar as irregularidades na sua totalidade”, diz o superintendente da Receita, Glaucus Moreira Nascimento e Silva.

O superintendente avalia que a operação atingiu o objetivo esperado. O trabalho começou às 5 horas da madrugada e se estendeu até as 11 horas, nas rodovias federais e estaduais que cruzam o Estado e foi realizado pelas 12 delegacias regionais de fiscalização, sob o comando da Receita, com o apoio das Polícias Rodoviária Federal e Militar.

A Delegacia de Goiânia instalou cinco pontos de abordagem dos motoristas com carga. Eles foram parados nas saídas para Anápolis, Trindade, Inhumas, Nerópolis e Guapó. Os fiscais também atuaram em outros dois pontos, na agência dos Correios, em Aparecida de Goiânia, e também no setor de cargas do Aeroporto Santa Genoveva. A campanha, que deve se repetir uma vez por mês, contou com o apoio de mais de 200 servidores. Em seis horas de operação, o fisco encontrou 98 caminhoneiros com carga irregular.


Fonte: SEFAZ GO

4/08/2011

Reforma tributária,


A presidente Dilma Rousseff definiu os quatro principais pontos da reforma tributária que pretende encaminhar ao Congresso Nacional neste ano: a unificação da legislação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com a adoção de alíquotas uniformes; a redução do prazo para restituição do crédito do PIS/Cofins; a desoneração da folha de pagamento; e a ampliação do teto de enquadramento de pequenas e microempresas no Supersimples. Os quatro pontos foram apresentados ontem em uma reunião reservada do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, com alguns petistas.

O governo ainda discute quais alterações serão feitas dentro de cada um desses itens e a forma como isso será discutido no Congresso, já que parte dessas medidas já foi debatida no Legislativo e há até alguns projetos prontos para serem votados. Este é o caso do Supersimples, em que a Comissão de Finanças e Tributação já tem uma proposta pronta que eleva o limite de faturamento anual da microempresa de R$ 240 mil para R$ 360 mil, e, da pequena empresa, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

A unificação da legislação do ICMS, com a adoção de alíquota uniformes para o imposto, e a restituição mais célere do crédito de PIS/Cofins integram a reforma tributária debatida na Casa no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A desoneração da folha de pagamento também foi discutida naquela reforma. Dilma, porém, estuda qual a melhor forma de compensar a perda de arrecadação para a Previdência que essa decisão acarretaria. Tende a aumentar a tributação sobre a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que incide sobre o faturamento das empresas.

Na conversa com os deputados petistas, Nelson Barbosa defendeu uma política econômica gradualista, que ajuste a inflação sem grandes choques ou guinadas. Chegou a mostrar preocupação com o nível de atividade econômica que, segundo ele, está baixo. Avaliou que o crescimento está abaixo do que considera o ideal e que o PIB potencial não pode ficar abaixo de 4,5%. Acha também que o crescimento não pode ficar abaixo da média dos últimos anos e questionado sobre a ameaça de volta da inflação, respondeu que, se há risco de inflação, também há risco de o país entrar em um ciclo de baixo crescimento, o que traria danos maiores ao país.

Nessa linha, declarou, apresentando uma série de gráficos, que é bom lembrar que o país tem metas de inflação e superávit, mas não tem metas de crescimento. E que, ao se considerar a inflação, o Brasil ainda está na beirada de outros países que estão com inflação alta e crescimento baixo. Citou como exemplo a França para demonstrar que a inflação, embora preocupe, é um fenômeno internacional provocado pelas alta de preços das commodities e também um fenômeno interno focado na alta dos serviços, especialmente os domésticos. Em tom de brincadeira, disse: "Nunca vi um surto de inflação ser criado pelo excessivo aumento do salário das domésticas."

Sua previsão é de que haja notícias negativas sobre inflação até julho e, em decorrência disso, certa tensão no mercado, no setor produtivo e na população. Logo depois, contudo, previu uma "queda súbita" nos índices inflacionários. Não entrou muito em detalhes sobre o câmbio apreciado, dizendo apenas que o Brasil tem boa capacidade de se adaptar a mudanças.

Afora os projetos da reforma tributária, Barbosa classificou como prioritários para o Ministério da Fazenda a aprovação de quatro propostas: o projeto de lei do Novo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que foi aprovado pelo Senado em dezembro e retornou à Câmara. Ele faz diversas alterações na estrutura do conselho. Uma das principais delas é a exigência de autorização prévia do conselho para atos de concentração econômica que envolvam pelo menos uma empresa com faturamento de R$ 1 bilhão e outra com pelo menos R$ 40 milhões.

Outra prioridade é a medida provisória do cadastro positivo, editada por Lula em dezembro. A terceira proposta é a que institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo, que foi encaminhado por Lula ao Congresso em 2007. Por último, o projeto de lei que cria o Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica (Pronatec), anunciado em março pela presidente.

Fonte: Valor Econômico