8/21/2015

INAUGURAÇÕES NO CERES CAICÓ E CURRAIS NOVOS


A diretora do CERES Prof. Ana Aires convida  toda comunidade acadêmica para participar hoje do evento de inauguração.

Às 10 horas, no campus de Currais Novos, inauguraremos o Bloco "C" de aulas e os novos gabinetes de professores. No campus de Caicó, às 16 horas, teremos a inauguração do bloco "D" de aulas, dos laboratórios dos cursos de História e Geografia e da restauração dos blocos "A", "B" e "C" de aulas. Por fim, teremos o lançamento do Plano Diretor dos campus de Caicó e Currais Novos.

8/20/2015

SEDIS seleciona tutor de Letras para atuar no polo de Nova Cruz

No período de 20 a 24 de agosto de 2015, a Secretaria de Educação a Distância (SEDIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abre inscrições para selecionar tutor presencial para atuar no curso de Licenciatura em Letras/EaD no polo de apoio presencial de Nova Cruz.
Uma das exigências da seleção é que o(a) candidato(a) seja graduado em Letras e preencha os requisitos estabelecidos em edital. Considerando a necessidade imediata do curso, a seleção será feita em fase única, somente com análise do currículo acadêmico-profissional e seus respectivos comprovantes. Os(As) interessados(as) poderão conferir as disposições acessando o edital n.º 23/2015-SEDIS.
A SEDIS reforça que todo o processo seletivo deve ser acompanhado pelo(a) candidato(a) por meio da Plataforma SEDIS Seleções, cujo endereço encontra-se no edital regulador do certame.

Gerando o SPED ECF sem complicação!

A geração do arquivo SPED ECF já é possível nos sistemas Fortes Contábil e Fortes Fiscal. A ferramenta permite aos usuários gerar a obrigação acessória do SPED ECF (Escrituração Contábil Fiscal) de forma mais otimizada e em poucos passos.
Para fazer a geração da obrigação acessória dentro do Fortes Contábil  você deve clicar emMovimentos > Gerar Arquivo para SPED ECF, ou, na área de trabalho, clicar no atalho que fica abaixo do nome da empresa.
Para fazer a geração da obrigação acessória dentro do Fortes Fiscal,  você deverá clicar em Movimentos > Obrigações Federais> Gerar Arquivo para SPED ECF, ou, na área de trabalho, clicar no atalho que fica abaixo do nome da empresa.
As informações serão geradas de acordo com o regime tributário da empresa:
Empresa do Lucro Real – Trimestral: Serão gerados os valores de apuração conforme os encerramentos trimestrais realizados no Fortes Contábil. (Ver mais sobre LALUR e LACS).
Empresas do Lucro Real: Estimativa Mensal: Serão gerados os valores de apuração conforme as estimativas mensais calculados pelo Fortes Fiscal e as informações de adições, exclusões e Contas de Compensação pelo Fortes Contábil.
Empresas do Lucro Presumido: Serão gerados os valores de apuração conforme as apurações trimestrais realizadas no Fortes Fiscal.
ECF Tela 1
Após acionar a ferramenta o sistema irá apresentar a tela de geração a ECF com 4 passos a serem seguidos.
Uma observação importante é, caso a opção ‘estabelecimento matriz’ não esteja marcada no cadastro da empresa, o gerador do arquivo da ECF irá apresentar um alerta conforme a imagem abaixo:
ECF Tela 8
Para corrigir o alerta, basta ir em Cadastros > Empresas > Selecionar a empresa que você esta gerando a ECF > Clicar na aba Estabelecimentos > Editar > Marcar a opção “Estabelecimento Matriz” e confirmar a alteração em OK.
Após o preenchimento das informações cadastrais nos padrões exigidos pela ECF, continue a geração do arquivo.
O 1º passo é voltado para os dados iniciais da empresa que esta gerando o arquivo:
Tela SPED
Período: Deverá ser informado o ano calendário da ECF;
Escrituração: Deverá ser informado a finalidade da escrituração. Seja ela “Original” ou “Retificadora”;
Número do Recibo da Escrituração Anterior: Esse campo será habilitado caso a escrituração seja retificadora. Nele deverá ser informado o número de recebido da escrituração já enviada e que será retificada;
Tipo de Escrituração: Esse campo será habilitado quando a empresa for do regime Lucro Presumido, onde deverá ser informado se a empresa é Contábil ou Livro Caixa.
Início de Período: Deverá ser informado o motivo pelo início de período das informações prestadas a ECF;
Situação Especial: Deverá ser informado a situação de entrega do SPED. Caso não haja nenhuma situação especial, basta indicar a opção “Normal”;
Data Especial: Esse campo será habilitado se a empresa estiver mandando alguma situação especial. Nele deverá ser informada a data da situação ocorrida;
(%) Patrimônio em Caso de Cisão: Esse campo será habilitado caso haja uma cisão parcial. Nele deverá ser informada a porcentagem do patrimônio remanescente na cisão.
Após preencher esses campos, você deverá indicar algumas informações com relação à atividade da empresa.
OBS: Nessa tela encontraremos ajudas – o ponto de interrogação que fica ao lado de algumas opções – explicando melhor do que se trata a opção:
ECF Tela 4

Após finalizar o 1º passo, basta clicar em avançar e iremos iniciar o preenchimento da próxima tela.
O 2º passo trata-se dos dados do signatário, ou seja, do responsável pela empresa.
ECF Tela 5
Indicaremos o nome do signatário, a sua qualificação, que pode ser, por exemplo, diretor, administrador, procurador etc, CPF, no caso de pessoa física ou o CNPJ, no caso de pessoa jurídica e UF. O CRC será habilitado quando o responsável da empresa for o contador, nele deverá ser informado a UF e o número da carteira do CRC do contador, telefone com DDD e o e-mail.
Clicamos em avançar novamente e vamos a 3ª tela.
No 3º Passo, o usuário deverá informar os dados complementares. É importante que o usuário leia campo a campo e identifique as opções em que a atividade da empresa esteja enquadrada, pois a mesmas serão de grande importância para a análise do arquivo dentro do validador.
ECF Tela 6
E para finalizar, iremos para a 4ª tela.
No 4º Passo teremos que informar o caminho onde iremos salvar o arquivo da ECF gerado pelo sistema Fortes Contábil.
Para isso, basta clicarmos no botão dos três pontinhos e indicar onde salvaremos o arquivo.
ECF Tela 7
Feito os 4 passos você deverá clicar em “Gerar” e aguardar a finalização do processo.
Fonte: http://blog.fortesinformatica.com.br/

Projeto que eleva teto do Simples é 'pauta-bomba de chocolate', diz Afif


O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Afif Domingos, se reuniu nesta quarta-feira (19) com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para defender a aprovação de um projeto que aumenta o teto de faturamento para que uma empresa possa participar do Simples Nacional. Segundo ele, a proposta é uma "bomba de chocolate", em referência à chamada "pauta-bomba".
O Simples é um regime tributário especial permite o pagamento, numa única guia, de oito impostos, facilitando o sistema de contabilidade das empresas. Hoje, a empresa pode faturar até R$ 3,6 milhões por ano para ser incluída no programa. Com a mudança, o teto passa para R$ 7,4 milhões nos setores de comércio e serviços e de R$ 14,4 milhões no caso da indústria. O impacto fiscal estimado é de R$ 2 bilhões na queda de arrecadação.

Apesar disso, para Afif não se trata de um item da "pauta-bomba", como são chamados os projetos com impacto nas contas públicas. “Se for aprovado, será uma bomba de chocolate”, disse. “Ao analisar a massa dos empregos, vemos que são as micro e pequenas empresas que estão segurando os empregos”, justificou o ministro.

Afif defendeu o desempenho do setor em meio à crise econômica e destacou que, segundo dados da FGV/Sebrae, as micro e pequenas empresas geraram 116,5 mil empregos até em junho de 2015, enquanto as grandes empresas viram 476,6 mil vagas serem fechadas no período.

O objetivo da proposta, segundo o ministro, é evitar que as empresas segurem o faturamento para não ultrapassar o limite e cair em outro sistema de tributação, mais complicado. Apesar do impacto nas contas públicas, ele sustentou que a perda será compensada com a geração de empregos no setor.


Batizado de “Crescer Sem Medo”, o projeto também prevê a adoção de faixas progressivas de tributação entre esses níveis.

Afif disse que saiu da reunião com Cunha com a promessa recebida de que o texto será colocado em votação na semana que vem. Ele disse que ainda não conversou com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sobre o projeto, mas acredita que o governo não colocará obstáculos à aprovação. “Não acredito [que o ministro será contra]. Isso é muito bom para o Brasil”, disse.

Fonte: G1

8/14/2015

Empresários mostram o caminho para contornar a crise



O empreendedorismo em momentos de crise foi discutido por grandes empresários na 14ª edição do Encontro PME, que ocorreu na manhã desta quinta-feira, no Espaço Itaú de Cinema, no Shopping Bourbon, em São Paulo. Por mais que a situação político-econômica esteja complicada, os empresários procuraram mostrar que existem grandes oportunidades para quem pretende abrir o próprio negócio. Segundo eles, uma coisa é certa: não vai faltar trabalho.

1º módulo. A discussão sobre moda e varejo abriu o Encontro PME com a participação de David Bobrow, da Tip Top, e Fred Wagner, da Track&Field. "Não adianta querer resolver os problemas da empresa durante a crise, tentando mudar tudo. As coisas precisam ser antecipadas", disse.
Segundo Bobrow, dois fatores estão ajudando muito na Tip Top. O primeiro é ter uma equipe bem treinada e motivada, com "faca no dente", preocupada em vender mais. O segundo é a fidelização do cliente. "Ele tem que sair extremamente satisfeito dos nossos pontos de venda, e quando digo satisfeito não é só com o produto ou com o preço, mas a experiência de compra deve ser muita boa."

"Acreditamos que a movimentação no mercado de moda é influenciada sim pela crise, mas em menor escala. A decisão de compra é diferente, não depende de atitudes grandiosas como um financiamento. Procuramos incentivar o consumidor a, mesmo durante a crise, pensar em lifestyle, qualidade de vida", afirmou Fred Wagner.
2º módulo. Gilberto Mautner, da Locaweb, e Gustavo Caetano, da Samba Tech, participaram da segunda discussão do dia. "É claro que todo mundo gostaria que o ambiente estivesse mais favorável para investir, mas isso não anula o fato de que os negócios que estão aí precisam sempre buscar ser mais eficientes, melhorar o uso de infraestrutura, aplicar recursos para que se tornem mais bem sucedidas", disse Mautner.
"Temos grandes grupos de mídia, grandes universidades e grandes empresas que usam nossa plataforma para diminuir custos. A lei é redução de custos e aumento de receitas. Onde tem os maiores problemas tem também as grandes oportunidades", contou Gustavo Caetano.
3º módulo. No terceiro módulo, Salim Maroun, CEO da Bloomin’ Brands Brasil, grupo das redes Outback e Abbraccio, e Mario Chady, fundador do Grupo Trigo, das marcas Spoleto, Domino´s e Koni, procuraram passar a mensagem de liderar pelo exemplo e o início de uma mudança no País a partir de pequenas atitudes de cada um. "É nos momentos difíceis que a linha reta, a ética e o padrão certo de qualidade fazem a diferença", disse Chady. "A gente faz o dever de casa todo santo dia, de estar sempre dentro da ética", afirmou Maroun.
Palavra final. O evento foi encerrado com a participação de Flávio Rocha, da Riachuelo, e Anderson Birman, da Arezzo. Para o findador da rede de calçados, a preocupação com a situação do País é legítima, mas é importante se desligar um pouco dos problemas conjunturais e ficar atento aos problemas internos. "O caminho para a empresa ter relevância é encontrar um propósito comum, comum ao consumidor e a empresa. Acho que a razão do sucesso de uma empresa é encontrar esse propósito", disse Rocha.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,empresarios-mostram-o-caminho-para-contornar-a-crise,5965,0.htm

2/20/2015

Receita Federal aperta a fiscalização contra dependentes no Imposto de Renda



     O fisco cria medida para impedir que um dependente conste em mais de uma declaração. A Receita Federal do Brasil passará a exigir na declaração de imposto de renda o numero do CPF do dependente que tiverem 16 ou mias. Até o ano passado a Receita só exigia o CPF dos dependentes maiores de 18 anos.
     Essa regra foi instituída pela Instrução Normativa 1548, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Segundo o o chefe da Divisão de Cadastro de Pessoa Física da Receita, Valdimir Castro Filho essa medida vai impedir que o mesmo dependente conste em mais de uma declaração. Ainda segundo Valdimir Castro Filho a Receita Federal pretende criar uma estatística de dependentes a partir das informações do CPF.

2/18/2015

Cabo de guerra na correção da tabela do Imposto de Renda

Centrais sindicais de um lado, governo do outro e a população no meio esperando o resultado.

           Segundo noticia vinculada no Jornal do Comércio hoje, o Palácio do Planalto voltou a cogitar um reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda (IR) na fonte em 2015. A correção foi aprovada pelo Congresso em dezembro passado e vetada em 19 de janeiro pela presidente Dilma com a justificativa de que não haveria espaço fiscal para uma correção acima de 4,5%. 
Com o veto presidencial a tabela ficou sem correção e sinaliza para 4,5%. Ainda segundo dados do Jornal do Comércio "A correção da tabela em 4,5% vai custar aos cofres do governo R$ 5,3 bilhões neste ano. Na justificativa do veto, a presidente Dilma informou que o reajuste de 6,5% custaria R$ 7 bilhões. Preocupado com o ajuste das contas públicas, Levy já teria considerado em suas contas os 4,5%, mas resiste em ampliar essa despesa."
       Enquanto isso os assalariados que recebem mais de R$ 1.787,77 continuam tendo que pagar imposto. Mas a disputa continua de um lado as centrais sindicais lutam por um reajuste de 6,5% para beneficiar os trabalhadores e do outro lado o governo preocupado com o ajuste das contas públicas, considerado apenas 4,5%.
         Todos os anos esse reajuste vem sendo menor que a inflação. A população já não aquenta mais uma carga tributária tão mal aplicada!!!!