7/09/2012

"Em qualquer tempo em que eu temer, confiarei em ti." Salmos 56.3


Perto da minha casa existe um parque onde as pessoas vão no final de semana e levam seus filhos para brincar, jogar bola e passear de bicicleta.

A pista de caminhada é grande e dava uma volta ao redor de um lago cheio de peixes e patos, ou melhor, "temíveis patos".

Digo isto pois certa vez eu estava caminhando por esta pista quando vi um menino aflito pelo fato de os patos estarem na pista e ele não conseguia passar com a bicicleta, por medo dos patos.

O menino olhou para trás e perguntou ao pai:

"Pai! Os patos vão me morder?"

O pai deu um sorriso e disse: "Não meu filho. Quando você passar com a bicicleta eles sairão da pista. E além disso, eu estou aqui com você."

Que maravilhosa lição isto nos traz não é mesmo? 

Isto me fez pensar que mesmo em um parque lindo e tranquilo a qualquer momento os "temí­veis patos" poderiam aparecer, mas se isto acontecer eu não estarei sozinho.

O menino poderia escolher se arriscar sozinho pela pista ou contar com a ajuda do pai.

Nós também podemos fazer esta escolha todos os dias quando levantamos.

Vamos nos arriscar em nossa caminhada diária ou vamos viver com a certeza de que nosso Pai está conosco e se os patos aparecerem ele nos guiará pelo caminho seguro?

As vezes é difícil acreditar que nosso Deus está tão presente em nossa vida quanto aquele pai que estava ajudando seu filho, mas eu lhe digo que foi Deus quem colocou na vida daquele menino aquele pai.

Da mesma forma foi Ele quem desejou que você lesse esta mensagem e confiasse integralmente nele.

Frederico Augustus Lopes de Oliveira

Colaboração de Um Amiga de Deus Marilene Barbosa

7/06/2012

RN é autorizado a dispensar juros e multas de ICMS



      O Estado do Rio Grande do Norte foi autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária(Confaz) a dispensar ou reduzir multas e juros e a conceder parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICMS. A medida foi disciplinada pelo Convênio ICMS 77, publicado no Diário Oficial de ontem, dia 02, e prevê ainda esta mesma possibilidade aos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Paraíba, Piauí e Roraima, além do Distrito Federal. 

Especificamente em relação ao estado de Alagoas, há a previsão de reativar parcelamento já revogado, desde que o contribuinte regularize todas as pendências que ocasionaram a revogação, até dia 30 de novembro.

Fonte: CRC

7/03/2012

Fisco: o cruzamento de dados já começou



Sabe-se que o valor das autuações feitas pelo Fisco em 2011 registrou um aumento de 21,2%, batendo o recorde histórico de R$ 109 bilhões. Porém, é consenso entre os especialistas que este valor deverá aumentar ainda mais, como decorrência da própria evolução do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que possibilita o cruzamento eletrônico instantâneo de todo o histórico fiscal das empresas brasileiras. O grande risco, nestes casos, é que à medida que o projeto evolui, o contribuinte fica mais exposto, e parece ainda não se preocupar com isso.
Tomemos por base, por exemplo, a própria ECD (Escrituração Contábil Digital), uma das primeiras obrigações anunciadas para o SPED Contábil, que espelha toda a contabilidade das empresas. Quase três anos após sua primeira entrega via modelo eletrônico, realizada em 2009, mas referente aos dados de 2008, poucas foram as companhias que revisitaram o seu processo interno ou pararam para avaliar não mais o formato de entrega, mas o conteúdo que está sendo entregue.
É compreensível que, sobretudo no início, o acompanhamento dos projetos SPED tenha se mostrado mais complexo do que o previsto, resultando em companhias que, mesmo investindo pesado em software e outras soluções, ainda continuaram em desacordo com as exigências legais por conta de falhas na geração e armazenamento dos dados. Porém, se antes a preocupação maior foi conseguir validar o arquivo digital e enviá-lo no formato correto ao Fisco, à medida que novas obrigações acessórias vão entrando em vigor – como a própria EFD-Contribuições, torna-se imprescindível que as empresas também se atentem para a convergência das informações que estão distribuídas por todos os documentos eletrônicos.
Percebemos atualmente, pelo perfil de autuações feitas pela Receita Federal, que ela parece estar focada em contestar valores, e não tanto processos contábeis. Há casos de empresas, por exemplo, que entregam obrigações com somas finais corretas, provavelmente simuladas, porém com grandes divergências entre os índices de entrada e saída de suas operações. A expectativa é que em um futuro próximo este tipo de inconsistência processual também seja alvo de multas.
Uma prova de que o cruzamento estratégico das informações entregues ao Fisco já está sendo feito é que apesar de o valor das autuações ter aumentado em 2011, o número de ações de fiscalização recuou 25%, para 407 mil. A eficiência dessas operações deverá aumentar ainda mais por conta dos investimentos do Governo em tecnologias analíticas, além da própria maturidade do projeto SPED, que em 2013 deverá contemplar no formato digital cerca de 95% de todas as obrigações exigentes.
Sabe-se que o valor das autuações feitas pelo Fisco em 2011 registrou um aumento de 21,2%, batendo o recorde histórico de R$ 109 bilhões. Porém, é consenso entre os especialistas que este valor deverá aumentar ainda mais, como decorrência da própria evolução do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que possibilita o cruzamento eletrônico instantâneo de todo o histórico fiscal das empresas brasileiras. O grande risco, nestes casos, é que à medida que o projeto evolui, o contribuinte fica mais exposto, e parece ainda não se preocupar com isso.
Tomemos por base, por exemplo, a própria ECD (Escrituração Contábil Digital), uma das primeiras obrigações anunciadas para o SPED Contábil, que espelha toda a contabilidade das empresas. Quase três anos após sua primeira entrega via modelo eletrônico, realizada em 2009, mas referente aos dados de 2008, poucas foram as companhias que revisitaram o seu processo interno ou pararam para avaliar não mais o formato de entrega, mas o conteúdo que está sendo entregue.
É compreensível que, sobretudo no início, o acompanhamento dos projetos SPED tenha se mostrado mais complexo do que o previsto, resultando em companhias que, mesmo investindo pesado em software e outras soluções, ainda continuaram em desacordo com as exigências legais por conta de falhas na geração e armazenamento dos dados. Porém, se antes a preocupação maior foi conseguir validar o arquivo digital e enviá-lo no formato correto ao Fisco, à medida que novas obrigações acessórias vão entrando em vigor – como a própria EFD-Contribuições, torna-se imprescindível que as empresas também se atentem para a convergência das informações que estão distribuídas por todos os documentos eletrônicos.
Percebemos atualmente, pelo perfil de autuações feitas pela Receita Federal, que ela parece estar focada em contestar valores, e não tanto processos contábeis. Há casos de empresas, por exemplo, que entregam obrigações com somas finais corretas, provavelmente simuladas, porém com grandes divergências entre os índices de entrada e saída de suas operações. A expectativa é que em um futuro próximo este tipo de inconsistência processual também seja alvo de multas.
Uma prova de que o cruzamento estratégico das informações entregues ao Fisco já está sendo feito é que apesar de o valor das autuações ter aumentado em 2011, o número de ações de fiscalização recuou 25%, para 407 mil. A eficiência dessas operações deverá aumentar ainda mais por conta dos investimentos do Governo em tecnologias analíticas, além da própria maturidade do projeto SPED, que em 2013 deverá contemplar no formato digital cerca de 95% de todas as obrigações exigentes.
Diante deste cenário, a prevenção torna-se a melhor ferramenta disponível no mercado, e projetos de consultoria e auditoria ganham um espaço cada vez mais vital para o negócio. Vale lembrar que, quanto antes as empresas tiverem a garantia da qualidade dos seus dados, menor será sua exposição a multas. Para isso, não há outro caminho senão revisitar processos e cruzar os próprios dados, antes que o próprio Fisco o faça.
Ulisses Brondi – é sócio e responsável pela área de Produtos da ASIS Projetos, empresa de Auditoria Fiscal Digital.
Fonte: Grupo Evidencia

6/16/2012

Crimes na Web: NFe despertam a atenção dos cibercriminosos


  Nos últimos 15 dias, foi constatado um elevado aumento do número de mensagens falsas relacionadas ao envio de Nota Fiscal Eletrônica e comprovante de depósito bancário, enviadas pelos cybercriminosos aos usuários de computador, com a finalidade de roubar informações sobre dados de conta bancária e de cartões de crédito, alerta a Nodes Tecnologia, que representa a Avira no Brasil.
   Segundo Eduardo Lopes, diretor da Nodes Tecnologia, os cybercriminosos estão atentos ao que acontece no mundo dos negócios e sabem que as pessoas físicas e jurídicas podem estar em algum momento esperando um e-mail com a confirmação de um depósito ou envio de uma nota fiscal de algo que comprou pela Internet. “É nesta nora que surge a oportunidade para o ladrão”, alerta o executivo.
   As mais recentes iniciavas dos cybercriminosos envolvem falso e-mail de lojas virtuais famosas no Brasil, que envia a nota fiscal por e-mail após a confirmação do pagamento junto com o número do pedido e a descrição do produto adquirido no corpo do e-mail. No caso dos comprovantes de depósito bancário, as mensagens pedem para abrir um arquivo em PDF anexado ao e-mail. “Em ambos os casos, é risco na certa”, adverte o executivo.

Fonte: Grupo Evidência

6/14/2012

Documentos digitalizados poderão ter o mesmo valor jurídico dos firmados em papel.



Da Redação
Agência Senado 
Documentos digitalizados poderão ter o mesmo valor jurídico dos firmados em papel. Matéria neste sentido foi aprovada nesta terça-feira (12) pelo Plenário do Senado e segue para sanção presidencial.

O projeto de lei da Câmara (PLC) 11/2007, da então deputada Angela Guadagnin (PT-SP), assegura a equivalência jurídica, para todos os fins, da cópia em meio eletrônico de um documento em relação ao original firmado em papel, de forma a ser possível destruí-lo, antes de transcorridos os prazos prescricionais, sem perda de valor probatório.

De acordo com o texto, o processo de digitalização deverá “manter a integridade, a autenticidadee, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil)”. Além disso, as empresas privadas ou os órgãos da administração pública direta ou indireta que utilizarem procedimentos de armazenamento de documentos em meio eletrônico, ótico ou equivalente deverão adotar sistema de indexação que possibilite a sua localização.

Em parecer favorável, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), argumentou que a aprovação do projeto fará com que o país reduza ainda mais a utilização do papel em favor das novas tecnologias, o que representa um avanço para as empresas brasileiras e para o meio ambiente.

- Serão raras as situações em que a manutenção de documentos em papel se fará necessária. A eliminação de toneladas de papel certamente se traduzirá em expressiva reduções de custo para as empresas brasileiras e em benefícios para o meio ambiente -explicou.

O relator destacou a utilização da ICP-Brasilque já confere integridade, autenticidade e validade jurídica para os documentos gerados e mantidos em meio eletrônico. “Esse sistema permite, por exemplo, que a movimentação de processos no Poder Judiciário seja feita atualmente em formato digital”.

Fonte: Agência Senado
Notícia enviada por:  Luiz Augusto Dutra da Silva

Bancos poderão parcelar tributos ao renegociar dívidas de clientes



  O governo vai permitir que os bancos, ao renegociar dívidas com clientes, parcelem o pagamento do Imposto de Renda e da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) cobrados das instituições financeiras nessas operações no mesmo número de parcelas firmadas por quem tomar o empréstimo.
  O objetivo é reduzir a inadimplência no país e estimular novas renegociações pelos bancos –já que muitos negam os pedidos porque têm que pagar os tributos à vista.
  Outra mudança será retirar o teto de R$ 30 mil para renegociação das dívidas entre bancos e pessoas físicas devedoras. As mudanças foram incluídas na medida provisória 563, que tramita no Congresso Nacional, em emenda apresentada pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da MP.
  Atualmente, as instituições financeiras têm que pagar à vista os dois impostos, enquanto os clientes parcelam o pagamento do empréstimo. Na prática, muitos bancos negam o pedido de renegociações para evitar o pagamento dos tributos.
“Alguns bancos não queriam fazer a renegociação porque tinham que pagar os impostos à vista. Para o banco, não era negócio”, afirmou Jucá.
  A medida provisória permite que a instituição financeira faça o recolhimento dos tributos ao longo do tempo, à medida em que as prestações do empréstimo são pagas pelos clientes –sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. A legislação prevê esse mecanismo para empréstimos até R$ 30 mil com pessoas físicas, mas o governo determinou a retirada do teto.
  Caso o Ministério da Fazenda decida reimplantar o teto, poderá fazê-lo por meio de portaria da própria instituição, sem a necessidade de consultar o Congresso. “A pedido do Ministério da Fazenda, estamos tirando a trava de R$ 30 mil para que os bancos possam retirar as dívidas de pessoas inadimplentes”, afirmou o relator.
  A MP tramita em comissão especial mista (com deputados e senadores). Jucá apresentou hoje seu parecer, mas um pedido de vista o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) adiou a votação para o dia 26 de junho, depois da Rio 20. Depois de passar pela comissão, a MP precisa ser votada nos plenários da Câmara e do Senado.

Fonte: Midia News

6/13/2012

Reflexão


"Com a nossa língua prevaleceremos; os nossos lábios a nós nos pertencem; quem sobre nós é senhor?" Salmos 12:4

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. 

Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós, nervosamente.

O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei:

'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo

"A Lei do Caminhão de Lixo." 
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva,  traumas e de desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.
Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
Fique tranqüilo...

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia.
A vida é muito curta para levantar de manhã com sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais... ;
Assim... Ame as pessoas que te tratam bem.
Ore pelas que não o fazem.
Peça a proteção de Deus para tais pessoas...

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Tenha um dia abençoado sem LIXO

Autor desconhecido.

Mensagem Postada no Grupo em 12/02/2008

Colaboração de Uma Amiga de Deus Tânia Reis